setembro 30, 2005
Make Coffee, Change a Life
Hoje é o dia do evento World's Biggest Coffee Morning aqui na Inglaterra, promovido pela McMillan Cancer Relief, e centenas de empresas, entidades, escolas e comunidades pararam por algumas horas para tomar café da manhã juntos e ao mesmo tempo fazer doações para apoiar estudos e pesquisas para combater o câncer.
E foi com muita satisfação que participei do evento preparando com a maior dedicação que já tive os docinhos pro café da manhã da nossa cidade. O que fiz? French macaroons, naturellement.
Algumas fotos da produção em massa (nas fotos apenas metade da produção):
Não me importa se vão gostar ou não dos meus macaroons, o importante é que quem estiver no evento faça a doação. É só isso que importa. Eu não vou ao evento porque é só entre empresas e fornecedores, mas Mr.M está lá e depois vai me contar como foi. Fiz minha parte e estou muito contente com isso. É sempre uma honra participar de um evento que tem como meta salvar vidas. Mesmo que não imediatamente, mas num futuro no qual famílias e indivíduos poderão ser poupados de sofrimento, dor e saudade.
![]()
setembro 28, 2005
setembro 26, 2005
The Hunt for the Glorious Muffin
Vi a receita no delicioso blog da Ana e não parei de pensar nos muffins num só segundo. Minha forma de silicone tamanho fairy cup cakes estava emburradíssima porque desde que a compramos, em Junho, ainda não havia usado nenhuma vez. Esta seria uma boa chance de inaugurá-la, pensei eu.
Fui ao supermercado ávida por um pacote de Scotish Oats, que nada mais é que aveia de grãos grossos. Geralmente tenho aveia aqui, mas só daquela fininha pra fazer meu mingau quentinho pras manhãs frias e nubladas. Então fui hoje fazer compras sozinha no Sainsbury's e comprei a aveia mais que rapidamente. E também uma verdadeira montanha de legumes, vegetais e frutas. E ainda mais ingredientes para os quitutes do evento desta semana.
Voltei pra casa e terminei de preparar o frango tandoori pro jantar (empolgada pra cozinhar or what?). Jantamos, papeamos e botei toda a bagunça pra lavar -- porque eu não consigo cozinhar com louça suja na pia -- e pude finalmente me dedicar aos muffins.
Eu quase nunca compro muffins porque são exageradamente doces, exageradamente gordurosos e amanteigados (que dá pra perceber pela forminha de papel), cheio de refinados e chocolate de quinta categoria. Queria uma receita com ingredientes mais saudáveis, integrais, porém não menos tentadores e que dessem água na boca. E esta receita da Ana tem tudo o que eu procurava. Tão facinha, tão simples e a textura é absolutamente tão surpreendente. Como a Ana escreve o blog dela na língua de Shakespeare, reproduzo aqui:
Ana's Oatmeal Muffins
2 xícaras de aveia em grãos grossos
2 xícaras de farinha de trigo (ou 1 de trigo e 1 de integral - eu, como a Ana, usei assim meio a meio)
1 xícara de açúcar (usei mascavo claro)
1 colher (sopa) fermento em pó químico
1/2 colher (chá) sal
2 colheres (chá) canela (eu ainda acrescentei 1/4 de colher (chá) de cravo moído -- o perfume dessas duas especiarias juntas quando os muffins assam, aaaahhhhh... tão fantástico)
2 ovos
1 xícara de leite
4 colheres (sopa) óleo
1 colher (chá) de essência de baunilha
Misture os ingredientes secos. Faça uma cova e coloque nela os ingredientes úmidos. Adicione seu toque pessoal, que faz dos muffins algo tão especial e diferente: passas, chocolate em pedacinhos, damascos, cranberries, blueberries, nozes, maçã. Misture delicadamente. Coloque nas forminhas e asse em 200ºC por 15-20 minutos. Esfrie-os numa grade e sirva.
Perfeito para acompanhar uma boa xícara de chá de jasmim. Como minha forma não é de muffins e sim de cup cakes, eles ficaram menorzinhos que o padrão, mas eu gosto mesmo é de tudo em miniaturazinha. A Nutella é completamente dispensável, já que o sabor e o aroma do muffin sozinho é bastante indulgente. Mas alguns, como eu, can never have enough of the good thing.
Ana, obrigada por dividir essa receita fantástica. Minha busca se encerrou.
:o)
Update: para fazer o Chicken Tandoori: receita de Madhur Jaffrey.
:o)
setembro 25, 2005
Had a Nice Time
Acabei dormindo bem ontem a noite. Havia feito um pouco de Yoga, dormi rapidinho e acordei me sentindo beeeem melhor.
Ontem fomos ao centro resolver o de sempre e fomos surpreendidos com um encontro dos motoqueiros Harley Davidson. Havia cerca de umas duzentas motos Harley, uma diferentona da outra, todas lindas. Algumas American Choppers também, para o delírio de Mr.M. E para completar, uma banda ótima tocando rock'n'roll e blues! E eu que reclamo que nunca tem nenhum róquenrou acontecendo nesta cidade, prestigiei de pertinho e amei quando tocaram Roadhouse Blues, de The Doors.
"Ah keep your eyes on the road, your hands upon the wheel..."
E hoje, ah que delícia. Fomos passar o dia com nossos amigos, como havia dito antes. E a filhinha deles, Eleanor, nos recebeu na porta com um sorrisão de orelha a orelha. Um amorzico de menina, veio brincar com a gente logo que entramos e trouxe tooooodos os bichinhos e livros pra nos mostrar. Demos muitas risadas com ela. Caminhamos com eles pelo esplendoroso bairro que eles moram, com vista linda para a baía de Poole. Almoçamos sunday roast na casa deles, papeamos mais um pouco e voltamos pra casa comentando que dia mais bacana que tivemos hoje!
Assistimos a F1 em Interlagos, jantamos pasta ao sugo e agora um chazinho de jasmim nos aguarda.
:o)
setembro 24, 2005
Feeling Rough
Acordei me sentindo atropelada. Acordei, não. Arrastei-me pra fora da cama. E saí do escurinho do quarto e entrei numa explosão de luminosidade, já que matinal marido havia aberto todas as cortinas e janelas do mundo e o sol invadia todos os milímetros quadrados deste espaço minúsculo. Matinal marido veio trazer meus óculos. Enfiei um pão na torradeira e dormi um pouquinho em pé. Matinal marido fez café expresso com açúcar pra mim. Tô semi-acordada agora. Mas de pijama ainda.
Por alguma razão meu cérebro tá esquecendo de fazer a distorção durante meu sono e tem deixado passar todos os sonhos sem filtrar nada e os pesadelos me acordam toda noite, a noite inteira. A semana inteira foi assim e estou quase at the end of my tether.
E hoje temos tanto o que fazer. E o sol lá fora convida a passar o dia todo ao ar livre. Amanhã vamos passar a manhã com nossos amigos Jaime e Sue e a filhinha deles Eleanor, de um aninho. Então precisamos ir comprar um brinquedinho e flores. E eu preciso dormir melhor esta noite para estar com pilha nova amanhã cedo. E preciso parar de começar as frases com "e".
Acho que hoje vamos caminhar pela praia e voltaremos no final da tarde para assitir à qualificação do GP em Interlagos e sentir saudades do meu antigo bairro querido.
Vou ali lavar minha juba e me juntar aos seres vivos.
setembro 23, 2005
Drops de Açúcar da Fal

É hoje. Minha querida amiga Fal vai distribuir drops, beijos, abraços, sorrisos e muita doçura que só ela tem. Vão lá, o Dumas é bacana, o livro é uma jóia e a Fal é imperdível. Fal, minha querida, que muitos outros livros venham! Beijos da sua fã que guarda seu livro autografado com todo carinho deste mundo.
setembro 20, 2005
To Love and Hold
E mais um casamento foi celebrado. Adoro casamentos. Adoro também reencontrar os colegas do Martin, que são gente boa, down to earth todos eles. Principalmente Monkeyman, que ficou fazendo as mesmas brincadeiras bestas que fazíamos na África do Sul e eu morria de rir, de bobeira e de saudades também.
O casamento foi no Town Hall daqui mesmo, bonito, bem clássico. Foi tudo sem religiosidade, um alívio pra grande maioria que não gosta de ficar cantando musiquinhas sem fim. Ao invés disso, teve músicas bacanas, amigos lendo poemas, lágrimas das famílias, sorrisos e olhos molhados dos noivos.
Depois da sessão de fotos partimos para Poole e nos reunimos com a turma toda no velho Hogshead onde sempre nos encontrávamos antes do escritório mudar, para brindar que estávamos ali novamente. Qualquer desculpa pra encher a cara.
Ao pôr do sol, embarcamos e levantamos âncora. O mar estava um lençol, vento zero e navegamos tranqüilamente. Enquanto isso a festa começava, champagne e blinis com caviar. Nham. E então lá pelas tantas o churrasqueiro começou a preparar o jantar. Maldito. Mulambento. Miserável.
Veja só você, leitor, que eu havia me aprontado em 50 minutos. Um record. Eu estava preguiçosa depois de um almoço bacaninha quando Mr.M anunciou: vamos sair em 50 minutos. Só então percebi que já tava atrasada pra me aprontar, maquiar, fazer a cabeleira. Joguei o controle remoto pro alto, corri, fiz tudo que precisava e saímos no horário. Então, perceba você, tá acompanhado ainda? Pois. Euzinha me arrumei, usei base Lancôme pra ficar com pele de pêsgo, mousse e spray Tony & Guy na cabeleira, gotas de Dolce & Gabbana atrás da orelha e uma coisica de nada nos pulsos. Tava pronta, japonesa e loira e perfumada. E tudo isso pra quê, forgoodnesssake?
Em cinco minutos o churrasqueiro tacou fogo no carvão e cobriu o barco todo inteirinho de fumaça por muitos minutos. Todo mundo se abanando e procurando um arzinho pra não morrer ali mesmo sem comer o bolo (minha preocupação no momento). Enfim, em cinco minutos contra os meus cinqüenta minutos me arrumando, em cinco míseros minutos adquiri da cabeça aos pés a fragância eau de saucisse grillée. Damn.
Mas enfim, como estávamos todos no mesmo barco, relaxamos, comemos, brindamos, curtimos o passeio e nos divertimos a noite toda. Voltamos ao pier já na segunda-feira, exaustos e ainda cantando:
Young man, Young man, there's no need to feel down
Young man, Young man, pick yourself off the ground
Ah, a falta do senso de ridículo...
Mas antes disso ainda preciso descrever aqui nosso momento balão de hélio novamente, já que haviam dois fotógrafos no evento. Eles pediram para tirar fotos só de nós dois cinco vezes! Duas na cerimônia e três durante a festa. What the heck? E na última, como já estava ficando meio que esquisito, ouvi de uma das esposas "your hair used to be very short". Mêda, pavôra, horrôra. Vou ficar careca, escrevam aí.
Depois mais tarde fui tirar uma dúvida e perguntei pra um dos fotógrafos qual era o nome dele. Ele respodeu e eu revelei a ele: "você foi o fotógrafo do nosso casamento!" Daí ele falou que bem que tinha reconhecido o Martin, mas não sabia de onde e não conseguia lembrar. "Three years ago, wasn't it?" ele perguntou e ainda lembrava da recepção no Haven Hotel, das fotos na praia. E nós brincamos dizendo que sim e que ainda estávamos casados. E ele acrescentou: "and you look great!"
Os noivos tiveram sua dança, cortaram o bolo e não houve discurso, só agradecimentos gerais e mais música. Assim que o barco aportou, nos despedimos e voltamos pra casa. Ainda tive que tirar toda a maquiagem e a fragância recém-adquirida, antes de cair na cama e desmaiar. Foi uma linda festa, que os noivos vão certamente lembrar com alegria. To love and hold.
setembro 15, 2005
Life is Sweet
Cor blimey! Recebi um convite inesperado e inusitado para participar de um projeto bem bacana que me deixou bastante entusiasmada. Inusitado porque desta vez meus modestos dotes culinários é que estarão arrecadando fundos para o Cancer Research UK e McMillan Cancer Relief, para ajudar em suas pesquisas e apoio no combate ao câncer. O evento vai acontecer no final do mês e vai reunir alguns empresários, diretores e gerentes de nossa cidade e Christchurch. Quem quiser provar dos meus quitutes (e de outros bolos, tortinhas e tais, feitos por outras mãos mais competentes e experientes que as minhas) vai ter que fazer uma doação às instituições de caridade. Bacana, né?

Não vou contar ainda o que vou preparar para que evitar que a massa tenha um colapso, sole, desande e dê dor de barriga. Mas prometo fotos mais tarde.
:o)
setembro 13, 2005
We're back in town
Então voltamos de Leicestershire.
Dias deliciosos na companhia da família de Mr.M, no meio do nada entre fazendas enormes e muitas vacas e ovelhas. As fazendas estão todas na época de pré-plantio e no ar sente-se o característico cheiro de esterco por todo lado. Oh, the joy of the countryside.
O casamento foi maravilhoso, tudo saiu conforme os noivos haviam planejado e todos estavam sorridentes e contentes. Recebi muitos elogios, que me deixaram cor de laranja escura, já que me desacostumei a recebê-los assim tão efusivamente. Tá certo que metade dos convidados já haviam ingerido gigantescas quantidades de bebidas etílicas, mas mesmo assim meu ego virou balão a hélio maior que o Bournemouth Eye.
Eu havia feito, assado e levado duas fornadas de french macaroons, assim não faltaram os bem-casados para celebrar. Todo mundo adorou e acabaram com todas as migalhinhas. Dica: nunca sirva o suficiente de modo que os convidados se empanturrem e comecem a encontrar os defeitos, ha.
Depois de todas as festanças passamos os dias caminhando na área mais rural das Midlands, contornando pastos, lagos, matas, pastos, pastos e mais pastos. Algumas trilhas foram interceptadas por bois que nos ameaçaram com um olhar determinado. Outras foram desviadas porque eu já não agüentava mais pular cocôs de ovelha feito campo minado. Mas em todos os caminhos encontramos cisnes, patos, esquilos, gansos, coelhos e pôneis, todos muito legais de se ver.
Os pais de Mr.M nos levaram ao farmer's market, ao centro comercial de Leicester, aos pubs locais que eles freqüentam, às cidades vizinhas cheias de lojas para chefs e cozinheiros de meia tigela. Martin instalou o velho computador que estava parado na casa deles e eu dei aulas básicas de mouse e Internet, que me lembraram das aulas que dei pra Dona Wal minha mãe, que hoje usa tudo com muita naturalidade, como se tivesse nascido internauta.
Passamos quase todos os fins de tardes no jardim deles, cutucando lesmas, assistindo às aranhas, procurando sapinhos, procurando no livro os pássaros que visitam a casa. Foram dias muito bons.
Agora já estamos de volta ao nosso querido lar sem jardim nem vaca, nem ovelha. Nem laptop porque o touchpad não funciona mais e eu odeio sentar na frente do PC. Temos broadband e Sky TV aqui mas eu sinto falta mesmo é de cutucar as lesmas, procurar taturana embaixo dos repolhos, caminhar com a grama nas canelas e dar tchau pras ovelhas que sempre me encaram com um olhar confuso (Mr.M diz que elas pensam: "japonesa? japonesa!!").
Mas é assim mesmo. Por isso que férias são férias. Agora temos outro casamento pra ir neste final de semana, cuja a festança vai ser a bordo de uma embarcação marítima (quantas redundâncias fiz nesta frase?). E como os convidados são os mesmos do casamento que fomos em Dublin, vou ter que encontrar outras roupas de missa pra vestir.
Pra finalizar meu relato de mini-férias, vou postar aqui a foto de nós dois, vestidinhos pra missa. Como Mr.M foi o fotógrafo oficial do casório quase não temos nenhuma foto juntos. Esta foi uma das únicas e gosto muito. Sim, a cabeleira é minha mesmo. My hubby and me:
setembro 12, 2005
England Regain the Ashes
O jogo, que começou em meados de Julho, teve seu triunfante desfecho hoje a tarde, com a vitória da Inglaterra em 2 a 1.
O troféu é a réplica da pequena urna de cerâmica que contêm as cinzas dos stumps e bails que foram cremados quando a Austrália fez o que na época, 123 anos atrás, era considerado o impossível: bater o invicto time inglês. Após a trágica partida em 1882, foi publicado nos jornais um anúncio na seção obituária, declarando a morte do críquete inglês.
![]() |
Durante esses longos meses e partidas absolutamente eletrizantes, aprendi bastante sobre a história do Ashes, os jogadores, as regras. O pai de Mr.M foi jogador de críquete da liga de Cumbria quando jovem (e por coincidência meu papis Seu Jorge também jogava baseball pra cidade dele) e me ajudou a entender como os arremessos e rebatidas são feitos para causar o efeito desejado. Mas além dos detalhes técnicos, também me divirto com os breaks durante as partidas pros jogadores tomarem água e comer banana, fazerem pausa pro almoço e chá da tarde (!!). E também gosto de ver os jogadores de ambos times sendo solidários quando alguém se machuca, dos aplausos da platéia para os australianos quando eles merecem, dos trejeitos dos juízes, das dancinhas com as mãos quando o time faz 4 ou 6 pontos, das sinceras risadas e abraços entre jogadores rivais, que na verdade são amigos bem próximos fora do campo.
![]() |
Enfim, agora sou fã. Também não tinha como ser diferente depois de acompanhar entusiasmadamente cada dia de partida em três meses. Mesmo quando saíamos para nossas caminhadas cada vez mais longas, que agora chegam a 15km, dávamos um jeito de perguntar prum sorveteiro quanto estava o placar. Durante este último test, Hugh Grant (acima) também estava prestigiando na platéia do Oval, em Londres. Bom saber que nós dois temos tempo de sobra pra torcer pro time inglês. Se alguém tem que fazer essa tarefa árdua, que sejamos nós não vocês.
E entre os momentos emocionantes da partida de hoje, uma imagem marcou o dia: o australiano Shane Warne (acima), que é considerado o melhor jogador de críquete dos últimos tempos, se despediu do campo, da platéia e do Ashes, agora que chegou a hora de se aposentar. Well done, Warne.
Mas nem Shane Warne, nem Brett Lee foram suficientes para segurar os três leões ferozes. Merecida vitória do time de Vaughan, que realmente jogou fenomenalmente bem e revelou grandes heróis como Flintoff, Jones e Pietersen. Até a Rainha, Dona Beth, enviou uma mensagem congratulando a atuação do grupo neste verão: "My warmest congratulations to you, the England cricket team and all in the squad for the magnificent achievement of regaining the Ashes."
As cinzas voltaram para casa depois de humilhantes 18 anos sem vencer os rivais australianos e delas renasce o velho e bom críquete inglês. Oh jolly good day!
![]() |



