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A Trip to Hong Kong

Passamos intensos três dias em Hong Kong. Os arranha-céus são impressionantes, não só pela altura, mas pela quantidade deles em todo país. Desde instituições financeiras a apartamentos residenciais, luxuosos, humildes ou caindo aos pedaços, a maioria dos prédios têm mais de 50 andares. Por todos os lados grandes colunas que ultrapassam as nuvens, pilhas e pilhas de andares. E gente. Muita gente. Estivemos em Kowloon (no continente chinês) e Hong Kong Island e por todos os cantos, por todos os lados, gente aglomerada, gente indo e vindo em massas, multidões. Quase sete milhões de habitantes e todos eles estavam nas ruas nestes três dias que passamos lá.

E se em Taiwan o sorriso é marca registrada da população, em Hong Kong o mesmo desaparece. Aparências sisudas e comportamento idem são predominantes. Os colegas do Martin que já moraram em Hong Kong nos alertaram do contraste e realmente notamos a diferença nas primeiras horas. Mas três dias são poucos para se ter uma impressão justa de uma comunidade.

Sem contar que choveu. Choveu torrencialmente sem parar. E nosso plano de subir nas montanhas e apreciar os pontos turísticos ao ar livre foram jogados pela janela. Mas mesmo com chuva caminhamos. E como andamos e andamos e andamos. Não há, para nós, melhor maneira de se conhecer um lugar do que andar a pé pelas suas ruas. Usamos o metrô algumas vezes também, que é excelente, principalmente para atravessar o estreito onde o mar divide a ilha de Hong Kong do continente.

Visitamos os fantásticos shopping centers que abrigam lojas Chloé, Manolo Blahnik, Versace, D&G. Nos perdemos nas inúmeras lojas de rua, tudo duty & tax free, que atrai uma multidão de consumidores de todo mundo. Aliás, em Hong Kong, grande parte da população fala inglês muito bem, é bastante fácil se comunicar. No entanto, particularmente, achamos que nem tudo é lá tão barato quanto se espera de um país tax-free.

Assistimos à Sinfonia das Luzes, que acontece todas as noites às oito horas, quando vários dos arranha-céus que ficam na borda da baía fazem um espetáculo com holofotes coloridos. E no final, vimos uma embarcação lindíssima chamada Junk, que parece saída dos filmes de samurais, navegando pela Victoria Harbour.

Comemos muito bem, em restaurantes com culinária japonesa e outro de Singapura (culinária local, pelo que entendi, é chinesa cantonesa). Passeamos num parque chamado Kowloon Park, que tinha tartarugas no lago, flamingos, cisnes e patos (e uma ratazana enorme que passou correndo e me fez correr na direção oposta). Resolvemos os assuntos burocráticos que tínhamos para resolver em Hong Kong. Tomamos toda a chuva possível no meio de uma tempestade que caiu ontem. Compramos dois DVDs para assistir no aconchego do nosso lar temporário, paramos para tomar café e comer um petit gateau maravilhoso e nos despedimos de Hong Kong.

E foi com um imenso sorriso e um suspiro de alívio que chegamos à nossa querida Taiwan, à querida Kaohsiung. Viajar é bom, mesmo que seja só para ter certeza de que seu lugarzinho é ainda o melhor.

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Fotos: Mr.M

7 Comentários

Que inveja! Deve ser muito diferente e exótico este País, mesmo com este ar Ocidental dos grandes arranha céus!
Abraços...

estou adorando your news from overseas...
bjks

É sempre super agradável ler as tuas notícias.Fica em paz.

que surpresa boa, marcia!
entrei aqui so pra checar se "por acaso" voce nao estava escrevendo de volta, e olha so o que encontrei: voce em taiwan!
muito legal mesmo, voce parece estar muito feliz!
beijao!

Lindas fotos, Marcia! Mr M caprichou!

As fotos estão lindas. E o junk é muuuito legal mesmo. Queria um! ;-)

Uma twanesa que conhece o Brasil. Neste link:
http://ubbibr.fotolog.com/v1209/